Segunda-Feira, 01 de Maio de 2017 | E-mail para contato: contato@nvnoticias.com.br

Embora eleições mexam com classe política, Reinaldo não quer conversar sobre o assunto

A classe política já se movimenta em todo o Estado com vistas às eleições municipais que acontecem no primeiro domingo de outubro do ano que vem.  Em alguns partidos já se verificam até disputas internas, muito mais por espaços na mídia do que pela condição de candidato propriamente dita.


 


A despeito desse cenário, o governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), afirma não estar preocupado com eleição e que o foco está ‘nas prioridades do governo, não na política’. Foi o que ele garantiu na manhã desta sexta-feira (27) durante o Fórum de Esporte e Lazer, que aconteceu no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo. 


 


Reinaldo Azambuja disse que antes de discutir quem vai ocupar a Prefeitura A ou a Prefeitura B é preciso cumprir as metas estabelecidas para a administração e citou como exemplos as ações que precisam ser levadas a efeito em áreas prioritárias como a educação, segurança e, em especial, a saúde, setor em que, segundo ele, deve se registrar a primeira ação com a  caravana da saúde que deve começar em março a percorrer municípios do Estado, para acabar com o que ele classifica como “fila da vergonha”. A caravana tem por meta a realização de diversos exames. “Essa é minha preocupação”, diz.


 


Ao afirmar não estar preocupado e mesmo ser favorável ao fim reeleição, Azambuja lembrou a reforma política e o momento de ‘crise’ pelo que passa o País. “Deve ter uma reforma política e a população precisa discutir isso”. Citou também o planejamento de seu governo, que tem como foco cumprir as metas de curto prazo, em 120 dias, de médio, o que o governo deve cumprir ainda este ano, e de longo prazo, no decorrer de seu mandato.


 


O governador tem afirmado que qualquer discussão a respeito de política será tratada somente a partir do segundo semestre de 2015. Antes disso, diz, o foco é governar e priorizar demandas.


 


BRIGA INTERNA


 


Enquanto o governador esquiva-se de falar de política e opta por cumprir com seu mandato e resgatar os compromissos de campanha, em algumas legendas já se iniciaram as brigas internas por maiores espaços tudo isto em consequência da eleição ano que vem para as prefeituras municipais.


 


Campo Grande, que ficou meio acéfala com a eleição e cassação de Alcides Bernal (PP), uma vez que Gilmar Olarte (PP) não sabe até agora porque está na prefeitura, deverá ter a eleição mais disputada e salvo mudançaSSSS de última hora poderá ter, também, o maior número de postulantes de toda a sua história política.


 


Para se ter uma ideia, só no minúsculo PTdoB – que é grande na Câmara Municipal da Capital, diga-se de passagem – há pelo menos seis nomes apontados como potenciais candidatos à sucessão de Gilmar Olarte.


 


Ou seja, a partir do momento que um político que não teve votos sequer para se eleger vereador se tornou prefeito de Campo Grande, qualquer um se sente em condições de galgar os mesmos degraus na carreira política.


 


Assim, no momento em que o deputado estadual Márcio Fernandes, que tentou sem sucesso ser prefeito de Jaraguari, lançou seu nome como pré-candidato a prefeito de Campo Grande, os vereadores do partido, segunda maior bancada da Câmara, também se colocaram à ‘disposição’ para disputar as eleições de 2016.


 


“Se ele é pré-candidato, eu também sou. Todo mundo tem o direito de ser pré-candidato. Não existe candidatura de si mesmo”, afirmou o vice-presidente da Câmara, vereador Flávio César, que além de citar os colegas de bancada, Eduardo Romero e Otávio Trad, ainda lembrou os nomes de Eduardo Cury, coordenador do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e de Cícero Ávila, presidente da Funsat (Fundação Social do Trabalho de Campo Grande), como potenciais candidatos do partido para as próximas eleições.


 


Para Eduardo Romero, o assunto ainda é precoce e não foi discutido pela Executiva do PTdoB. “Quem quer ser prefeito tem que ter representatividade em Campo Grande. O partido tem três vereadores aqui, e nenhum dos três foi consultado para falar sobre essa questão”, afirmou.


 


Otávio Trad também frisou que a decisão sobre eleições precisa passar pela Câmara. “Tem que ter consenso da direção do partido, dos vereadores, dos filiados. Não é certo colocar a candidatura na imprensa antes de comunicar o partido”, ponderou.


 


Romero disse ainda que não é correto nenhum filiado apresentar candidatura sem consenso partidário. “Não adianta vir uma decisão de cima para baixo. Tem que haver discussão”, disse.


 


DECISÕES


 


O vereador Flávio César revelou que parlamentares e a Executiva do partido devem se reunir na próxima segunda-feira (2) para discutir questões relativas às eleições de 2016. Ele afirmou que conversou com o presidente regional da legenda, Morivaldo Oliveira, que prometeu ‘não privilegiar ninguém’.


 


Outro assunto a ser debatido no encontro será a permanência do partido na base de sustentação do prefeito Gilmar Olarte (PP) na Câmara, e para isso a definição sobre candidatura própria será determinante na decisão, uma vez que o progressista já cogita a possibilidade de lançar candidato. (*Com informações do Midiamax).


 


A classe política já se movimenta em todo o Estado com vistas às eleições municipais que acontecem no primeiro domingo de outubro do ano que vem.  Em alguns partidos já se verificam até disputas internas, muito mais por espaços na mídia do que pela condição de candidato propriamente dita.


 


A despeito desse cenário, o governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), afirma não estar preocupado com eleição e que o foco está ‘nas prioridades do governo, não na política’. Foi o que ele garantiu na manhã desta sexta-feira (27) durante o Fórum de Esporte e Lazer, que aconteceu no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo. 


 


Reinaldo Azambuja disse que antes de discutir quem vai ocupar a Prefeitura A ou a Prefeitura B é preciso cumprir as metas estabelecidas para a administração e citou como exemplos as ações que precisam ser levadas a efeito em áreas prioritárias como a educação, segurança e, em especial, a saúde, setor em que, segundo ele, deve se registrar a primeira ação com a  caravana da saúde que deve começar em março a percorrer municípios do Estado, para acabar com o que ele classifica como “fila da vergonha”. A caravana tem por meta a realização de diversos exames. “Essa é minha preocupação”, diz.


 


Ao afirmar não estar preocupado e mesmo ser favorável ao fim reeleição, Azambuja lembrou a reforma política e o momento de ‘crise’ pelo que passa o País. “Deve ter uma reforma política e a população precisa discutir isso”. Citou também o planejamento de seu governo, que tem como foco cumprir as metas de curto prazo, em 120 dias, de médio, o que o governo deve cumprir ainda este ano, e de longo prazo, no decorrer de seu mandato.


 


O governador tem afirmado que qualquer discussão a respeito de política será tratada somente a partir do segundo semestre de 2015. Antes disso, diz, o foco é governar e priorizar demandas.


 


BRIGA INTERNA


 


Enquanto o governador esquiva-se de falar de política e opta por cumprir com seu mandato e resgatar os compromissos de campanha, em algumas legendas já se iniciaram as brigas internas por maiores espaços tudo isto em consequência da eleição ano que vem para as prefeituras municipais.


 


Campo Grande, que ficou meio acéfala com a eleição e cassação de Alcides Bernal (PP), uma vez que Gilmar Olarte (PP) não sabe até agora porque está na prefeitura, deverá ter a eleição mais disputada e salvo mudançaSSSS de última hora poderá ter, também, o maior número de postulantes de toda a sua história política.


 


Para se ter uma ideia, só no minúsculo PTdoB – que é grande na Câmara Municipal da Capital, diga-se de passagem – há pelo menos seis nomes apontados como potenciais candidatos à sucessão de Gilmar Olarte.


 


Ou seja, a partir do momento que um político que não teve votos sequer para se eleger vereador se tornou prefeito de Campo Grande, qualquer um se sente em condições de galgar os mesmos degraus na carreira política.


 


Assim, no momento em que o deputado estadual Márcio Fernandes, que tentou sem sucesso ser prefeito de Jaraguari, lançou seu nome como pré-candidato a prefeito de Campo Grande, os vereadores do partido, segunda maior bancada da Câmara, também se colocaram à ‘disposição’ para disputar as eleições de 2016.


 


“Se ele é pré-candidato, eu também sou. Todo mundo tem o direito de ser pré-candidato. Não existe candidatura de si mesmo”, afirmou o vice-presidente da Câmara, vereador Flávio César, que além de citar os colegas de bancada, Eduardo Romero e Otávio Trad, ainda lembrou os nomes de Eduardo Cury, coordenador do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e de Cícero Ávila, presidente da Funsat (Fundação Social do Trabalho de Campo Grande), como potenciais candidatos do partido para as próximas eleições.


 


Para Eduardo Romero, o assunto ainda é precoce e não foi discutido pela Executiva do PTdoB. “Quem quer ser prefeito tem que ter representatividade em Campo Grande. O partido tem três vereadores aqui, e nenhum dos três foi consultado para falar sobre essa questão”, afirmou.


 


Otávio Trad também frisou que a decisão sobre eleições precisa passar pela Câmara. “Tem que ter consenso da direção do partido, dos vereadores, dos filiados. Não é certo colocar a candidatura na imprensa antes de comunicar o partido”, ponderou.


 


Romero disse ainda que não é correto nenhum filiado apresentar candidatura sem consenso partidário. “Não adianta vir uma decisão de cima para baixo. Tem que haver discussão”, disse.


 


DECISÕES


 


O vereador Flávio César revelou que parlamentares e a Executiva do partido devem se reunir na próxima segunda-feira (2) para discutir questões relativas às eleições de 2016. Ele afirmou que conversou com o presidente regional da legenda, Morivaldo Oliveira, que prometeu ‘não privilegiar ninguém’.


 


Outro assunto a ser debatido no encontro será a permanência do partido na base de sustentação do prefeito Gilmar Olarte (PP) na Câmara, e para isso a definição sobre candidatura própria será determinante na decisão, uma vez que o progressista já cogita a possibilidade de lançar candidato. (*Com informações do Midiamax).


 


A classe política já se movimenta em todo o Estado com vistas às eleições municipais que acontecem no primeiro domingo de outubro do ano que vem.  Em alguns partidos já se verificam até disputas internas, muito mais por espaços na mídia do que pela condição de candidato propriamente dita.


 


A despeito desse cenário, o governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), afirma não estar preocupado com eleição e que o foco está ‘nas prioridades do governo, não na política’. Foi o que ele garantiu na manhã desta sexta-feira (27) durante o Fórum de Esporte e Lazer, que aconteceu no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo. 


 


Reinaldo Azambuja disse que antes de discutir quem vai ocupar a Prefeitura A ou a Prefeitura B é preciso cumprir as metas estabelecidas para a administração e citou como exemplos as ações que precisam ser levadas a efeito em áreas prioritárias como a educação, segurança e, em especial, a saúde, setor em que, segundo ele, deve se registrar a primeira ação com a  caravana da saúde que deve começar em março a percorrer municípios do Estado, para acabar com o que ele classifica como “fila da vergonha”. A caravana tem por meta a realização de diversos exames. “Essa é minha preocupação”, diz.


 


Ao afirmar não estar preocupado e mesmo ser favorável ao fim reeleição, Azambuja lembrou a reforma política e o momento de ‘crise’ pelo que passa o País. “Deve ter uma reforma política e a população precisa discutir isso”. Citou também o planejamento de seu governo, que tem como foco cumprir as metas de curto prazo, em 120 dias, de médio, o que o governo deve cumprir ainda este ano, e de longo prazo, no decorrer de seu mandato.


 


O governador tem afirmado que qualquer discussão a respeito de política será tratada somente a partir do segundo semestre de 2015. Antes disso, diz, o foco é governar e priorizar demandas.


 


BRIGA INTERNA


 


Enquanto o governador esquiva-se de falar de política e opta por cumprir com seu mandato e resgatar os compromissos de campanha, em algumas legendas já se iniciaram as brigas internas por maiores espaços tudo isto em consequência da eleição ano que vem para as prefeituras municipais.


 


Campo Grande, que ficou meio acéfala com a eleição e cassação de Alcides Bernal (PP), uma vez que Gilmar Olarte (PP) não sabe até agora porque está na prefeitura, deverá ter a eleição mais disputada e salvo mudançaSSSS de última hora poderá ter, também, o maior número de postulantes de toda a sua história política.


 


Para se ter uma ideia, só no minúsculo PTdoB – que é grande na Câmara Municipal da Capital, diga-se de passagem – há pelo menos seis nomes apontados como potenciais candidatos à sucessão de Gilmar Olarte.


 


Ou seja, a partir do momento que um político que não teve votos sequer para se eleger vereador se tornou prefeito de Campo Grande, qualquer um se sente em condições de galgar os mesmos degraus na carreira política.


 


Assim, no momento em que o deputado estadual Márcio Fernandes, que tentou sem sucesso ser prefeito de Jaraguari, lançou seu nome como pré-candidato a prefeito de Campo Grande, os vereadores do partido, segunda maior bancada da Câmara, também se colocaram à ‘disposição’ para disputar as eleições de 2016.


 


“Se ele é pré-candidato, eu também sou. Todo mundo tem o direito de ser pré-candidato. Não existe candidatura de si mesmo”, afirmou o vice-presidente da Câmara, vereador Flávio César, que além de citar os colegas de bancada, Eduardo Romero e Otávio Trad, ainda lembrou os nomes de Eduardo Cury, coordenador do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e de Cícero Ávila, presidente da Funsat (Fundação Social do Trabalho de Campo Grande), como potenciais candidatos do partido para as próximas eleições.


 


Para Eduardo Romero, o assunto ainda é precoce e não foi discutido pela Executiva do PTdoB. “Quem quer ser prefeito tem que ter representatividade em Campo Grande. O partido tem três vereadores aqui, e nenhum dos três foi consultado para falar sobre essa questão”, afirmou.


 


Otávio Trad também frisou que a decisão sobre eleições precisa passar pela Câmara. “Tem que ter consenso da direção do partido, dos vereadores, dos filiados. Não é certo colocar a candidatura na imprensa antes de comunicar o partido”, ponderou.


 


Romero disse ainda que não é correto nenhum filiado apresentar candidatura sem consenso partidário. “Não adianta vir uma decisão de cima para baixo. Tem que haver discussão”, disse.


 


DECISÕES


 


O vereador Flávio César revelou que parlamentares e a Executiva do partido devem se reunir na próxima segunda-feira (2) para discutir questões relativas às eleições de 2016. Ele afirmou que conversou com o presidente regional da legenda, Morivaldo Oliveira, que prometeu ‘não privilegiar ninguém’.


 


Outro assunto a ser debatido no encontro será a permanência do partido na base de sustentação do prefeito Gilmar Olarte (PP) na Câmara, e para isso a definição sobre candidatura própria será determinante na decisão, uma vez que o progressista já cogita a possibilidade de lançar candidato. (*Com informações do Midiamax).


 

Fonte: brasil noticias
Data Postagem: 01/03/2015
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