Domingo, 30 de Abril de 2017 | E-mail para contato: contato@nvnoticias.com.br

Deputados gastaram R$ 6.500 para ver ex-ministro Cid Gomes em hospital

A comitiva de quatro deputados formada para visitar o ex-ministro da Educação Cid Gomes num hospital em São Paulo, no dia 12 de março, gastou R$ 6.500 com passagens e alimentação.


André Fufuca (PEN-MA), Manoel Junior (PMDB-PB) e Juscelino Filho (PRP-MA) pagaram, em média, R$ 2.000 para ir a São Paulo e retornar à Brasília no mesmo dia. Os bilhetes foram adquiridos com recursos da cota parlamentar, dinheiro disponível para custear gastos referentes ao exercício do mandato.


Juscelino Filho também apresentou à Câmara uma nota fiscal de uma churrascaria, no valor de R$ 148,20, com data da viagem. Marquinhos Mendes (PMDB-RJ), outro deputado que participou da missão oficial, diz ter tirado do próprio bolso R$ 910 para comprar suas passagens.


Em sessão na Câmara com a presença de Cid Gomes, no dia 18 de março, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), rebateu o pedido do então ministro para que se apurasse quem custeou a viagem dos deputados.


'Gostaria de dizer clara e textualmente: o requerimento que foi mandado à comissão foi feito sem ônus para a Casa, às expensas dos parlamentares, porque essa Casa se dá ao respeito', argumentou Cunha na ocasião.


O Congresso não destinou verbas especificas para alimentação e deslocamento dos deputados. As passagens e o almoço de Juscelino Filho, no entanto, acabaram bancados por meio da cota parlamentar. O pagamento só ocorre para ressarcimento de despesas, mediante apresentação de notas fiscais.


O objetivo da visita era avaliar o estado de saúde de Gomes, que apresentou um atestado médico à Câmara para justificar sua ausência a uma audiência. Ele foi convocado a se explicar sobre a declaração de que 'na Câmara há de 300 a 400 achacadores'.


Ao chegarem no Hospital Sírio Libanês, os deputados foram impedidos de vê-lo. Cid Gomes acabou indo ao Congresso, uma semana mais tarde. No plenário da Câmara, ele partiu para o ataque. Fez novas acusações, inclusive contra Eduardo Cunha.


A presidente Dilma Rousseff aceitou o pedido de demissão de Gomes no mesmo dia.


Em outra polêmica envolvendo bilhetes aéreos pagos pelo Legislativo, no final de fevereiro, Eduardo Cunha autorizou o aumento da verba para uso parlamentar e estendeu a cônjuges dos deputados o direito de comprar passagens com dinheiro da cota. Diante da repercussão negativa, Cunha recuou e cancelou a medida.


OUTRO LADO
André Fufuca e Juscelino Filho não quiseram se pronunciar. Manoel Junior informou, por meio de seu gabinete, que não teve escolha e que viajou para cumprir uma determinação da Câmara.
Procurado, Cunha reafirmou a tese de que não houve ônus ao Legislativo.


'A cota é direito do deputado. Em vez de usar em outra viagem, numa passagem para o seu Estado, por exemplo, usou para ir a São Paulo, disse. 'Se for assim, o vinho que eu tomei ontem foi pago com dinheiro público, já que meu salário vem da Câmara', concluiu.


A comitiva de quatro deputados formada para visitar o ex-ministro da Educação Cid Gomes num hospital em São Paulo, no dia 12 de março, gastou R$ 6.500 com passagens e alimentação.


André Fufuca (PEN-MA), Manoel Junior (PMDB-PB) e Juscelino Filho (PRP-MA) pagaram, em média, R$ 2.000 para ir a São Paulo e retornar à Brasília no mesmo dia. Os bilhetes foram adquiridos com recursos da cota parlamentar, dinheiro disponível para custear gastos referentes ao exercício do mandato.


Juscelino Filho também apresentou à Câmara uma nota fiscal de uma churrascaria, no valor de R$ 148,20, com data da viagem. Marquinhos Mendes (PMDB-RJ), outro deputado que participou da missão oficial, diz ter tirado do próprio bolso R$ 910 para comprar suas passagens.


Em sessão na Câmara com a presença de Cid Gomes, no dia 18 de março, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), rebateu o pedido do então ministro para que se apurasse quem custeou a viagem dos deputados.


'Gostaria de dizer clara e textualmente: o requerimento que foi mandado à comissão foi feito sem ônus para a Casa, às expensas dos parlamentares, porque essa Casa se dá ao respeito', argumentou Cunha na ocasião.


O Congresso não destinou verbas especificas para alimentação e deslocamento dos deputados. As passagens e o almoço de Juscelino Filho, no entanto, acabaram bancados por meio da cota parlamentar. O pagamento só ocorre para ressarcimento de despesas, mediante apresentação de notas fiscais.


O objetivo da visita era avaliar o estado de saúde de Gomes, que apresentou um atestado médico à Câmara para justificar sua ausência a uma audiência. Ele foi convocado a se explicar sobre a declaração de que 'na Câmara há de 300 a 400 achacadores'.


Ao chegarem no Hospital Sírio Libanês, os deputados foram impedidos de vê-lo. Cid Gomes acabou indo ao Congresso, uma semana mais tarde. No plenário da Câmara, ele partiu para o ataque. Fez novas acusações, inclusive contra Eduardo Cunha.


A presidente Dilma Rousseff aceitou o pedido de demissão de Gomes no mesmo dia.


Em outra polêmica envolvendo bilhetes aéreos pagos pelo Legislativo, no final de fevereiro, Eduardo Cunha autorizou o aumento da verba para uso parlamentar e estendeu a cônjuges dos deputados o direito de comprar passagens com dinheiro da cota. Diante da repercussão negativa, Cunha recuou e cancelou a medida.


OUTRO LADO
André Fufuca e Juscelino Filho não quiseram se pronunciar. Manoel Junior informou, por meio de seu gabinete, que não teve escolha e que viajou para cumprir uma determinação da Câmara.
Procurado, Cunha reafirmou a tese de que não houve ônus ao Legislativo.


'A cota é direito do deputado. Em vez de usar em outra viagem, numa passagem para o seu Estado, por exemplo, usou para ir a São Paulo, disse. 'Se for assim, o vinho que eu tomei ontem foi pago com dinheiro público, já que meu salário vem da Câmara', concluiu.


A comitiva de quatro deputados formada para visitar o ex-ministro da Educação Cid Gomes num hospital em São Paulo, no dia 12 de março, gastou R$ 6.500 com passagens e alimentação.


André Fufuca (PEN-MA), Manoel Junior (PMDB-PB) e Juscelino Filho (PRP-MA) pagaram, em média, R$ 2.000 para ir a São Paulo e retornar à Brasília no mesmo dia. Os bilhetes foram adquiridos com recursos da cota parlamentar, dinheiro disponível para custear gastos referentes ao exercício do mandato.


Juscelino Filho também apresentou à Câmara uma nota fiscal de uma churrascaria, no valor de R$ 148,20, com data da viagem. Marquinhos Mendes (PMDB-RJ), outro deputado que participou da missão oficial, diz ter tirado do próprio bolso R$ 910 para comprar suas passagens.


Em sessão na Câmara com a presença de Cid Gomes, no dia 18 de março, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), rebateu o pedido do então ministro para que se apurasse quem custeou a viagem dos deputados.


'Gostaria de dizer clara e textualmente: o requerimento que foi mandado à comissão foi feito sem ônus para a Casa, às expensas dos parlamentares, porque essa Casa se dá ao respeito', argumentou Cunha na ocasião.


O Congresso não destinou verbas especificas para alimentação e deslocamento dos deputados. As passagens e o almoço de Juscelino Filho, no entanto, acabaram bancados por meio da cota parlamentar. O pagamento só ocorre para ressarcimento de despesas, mediante apresentação de notas fiscais.


O objetivo da visita era avaliar o estado de saúde de Gomes, que apresentou um atestado médico à Câmara para justificar sua ausência a uma audiência. Ele foi convocado a se explicar sobre a declaração de que 'na Câmara há de 300 a 400 achacadores'.


Ao chegarem no Hospital Sírio Libanês, os deputados foram impedidos de vê-lo. Cid Gomes acabou indo ao Congresso, uma semana mais tarde. No plenário da Câmara, ele partiu para o ataque. Fez novas acusações, inclusive contra Eduardo Cunha.


A presidente Dilma Rousseff aceitou o pedido de demissão de Gomes no mesmo dia.


Em outra polêmica envolvendo bilhetes aéreos pagos pelo Legislativo, no final de fevereiro, Eduardo Cunha autorizou o aumento da verba para uso parlamentar e estendeu a cônjuges dos deputados o direito de comprar passagens com dinheiro da cota. Diante da repercussão negativa, Cunha recuou e cancelou a medida.


OUTRO LADO
André Fufuca e Juscelino Filho não quiseram se pronunciar. Manoel Junior informou, por meio de seu gabinete, que não teve escolha e que viajou para cumprir uma determinação da Câmara.
Procurado, Cunha reafirmou a tese de que não houve ônus ao Legislativo.


'A cota é direito do deputado. Em vez de usar em outra viagem, numa passagem para o seu Estado, por exemplo, usou para ir a São Paulo, disse. 'Se for assim, o vinho que eu tomei ontem foi pago com dinheiro público, já que meu salário vem da Câmara', concluiu.

Fonte: correio do estado
Data Postagem: 04/04/2015
PUBLICIDADE