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Jô Soares fala sobre perseguição após entrevista com Dilma

O apresentador Jô Soares se pronunciou sobre as críticas que vem sofrendo após entrevistar, no dia 12 de junho, a presidente Dilma Rousseff no "Programa do Jô", da Rede Globo.

Na edição desta quarta-feira, 24, do seu programa, Jô falou sobre as críticas que recebeu, as escolhas das perguntas e sobre a pixação em frente ao seu apartamento, no bairro de Higienópolis, em São Paulo, com a frase: "Jô Soares, morra".


"Eu falei 'ainda bem que não tem data'. Aquilo só fez assustar as crianças do bairro. Eu tive de explicar porque deu medo nelas. Eu falei que era coisa de torcida de futebol porque elas aprontam. Quero agradecer demais a todas as manifestações de solidariedade", comentou.


Em relação ao direito de escolher as perguntas e os temas abordados com Dilma, Jô afirmou: "Pelo amor de Deus, isso é totalmente fascismo. Todo mundo tem o direito de falar. Tem uma frase famosa do Voltaire que diz 'sou contra tudo isso o que ele está falando, mas defendo até o fim o direito dele de dizê-las'. Também corre o boato que eu reforcei minha segurança, mas eu não tenho. Não ando com segurança. Não estamos vivendo em um clima de Estado Islâmico".


Jô Soares passou a ser atacado logo depois da entrevista com Dilma ir ao ar. Os telespectadores consideraram que o apresentador foi muito ameno nas perguntas e pouco crítico em relação ao cenário atual do País. 

Fonte: correio do estado
Data Postagem: 26/06/2015
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