Domingo, 30 de Abril de 2017 | E-mail para contato: contato@nvnoticias.com.br

Goleiro para a Argentina e Brasil conquista o ouro no handebol

Partida terminou com vitória brasileira por 29 a 27

Em 2007, a final acabou em briga generalizada entre as duas seleções no Rio e título para o Brasil. Em 2011, terminou em ouro e vaga olímpica para a Argentina em Guadalajara. Neste sábado (25), em Toronto, a decisão do handebol masculino no Pan não queria acabar sem acrescentar uma tensa prorrogação na história do confronto.


Acabou em choro dos brasileiros em quadra. Mas de alegria. E o sofrimento poderia ter acabado antes. A seis segundos do fim dos 60 minutos de jogo aconteceu o auge do drama da noite canadense. O central Diego Hubner teve a bola na mão, em um tiro de sete metros (o pênalti do handebol), para o Brasil recuperar o ouro perdido há quatro anos. Ele tinha acertado os três arremessados durante o duelo. Mas parou no braço esquerdo do goleiro Fernando Garcia.


O jogo foi para a prorrogação (dois tempos de cinco minutos). Muitas faltas. Jogadores ao chão a todo momento. O técnico espanhol Jordi Ribera, do Brasil, expulso. E torcidas inflamadas nas arquibancadas.


Engasgados com os arquirrivais no maior clássico das Américas, enfim os brasileiros venceram por 29 a 27 com uma atuação espetacular do goleiro Maik, que fez defesas de todas as formas –mãos, braços, pernas, pés, em contra-ataques, de perto ou de longe.


Em um duelo tenso desde o início, com defesas agressivas e marcações individuais, os goleiros foram os destaques. No primeiro tempo, o argentino Schultz parou mais da metade dos ataques brasileiros (53%), mas não jogou todo o segundo tempo e acabou com 38% de defesas. Em seu lugar entrou quem levaria o jogo para a prorrogação.


Já Maik ficou o jogo todo em quadra e parou 45% das bolas arremessadas contra ele.
Esse foi o terceiro título de Maik, que ganhou também no Pan do Rio-2007. Na conquista brasileira em Santo Domingo-2003, foi seu irmão mais velho, Marcão, quem defendeu o Brasil. Juntos eles foram prata em Guadalajara-2011. Em todas estas finais os rivais foram os argentinos.


Graças aos goleiros, com um placar baixo para os padrões do handebol, o Brasil começou melhor e se manteve à frente até os últimos dois minutos da primeira etapa (que acabou em 11 a 9), quando a Argentina virou e, depois, conseguiu manter um ou dois gols de diferença sempre.
No segundo tempo, o armador Thiagus Petrus e o central Diogo Hubner comandaram a reação da seleção enquanto Maik fazia defesas inimagináveis no gol brasileiro. A cinco minutos do fim, o jogo estava na mão dos brasileiros, que souberam controlá-lo e recuperar o ouro perdido a quatro anos.


Com o resultado, ambas as seleções estão classificadas para os Jogos Olímpicos do Rio-2016.


Em 2007, a final acabou em briga generalizada entre as duas seleções no Rio e título para o Brasil. Em 2011, terminou em ouro e vaga olímpica para a Argentina em Guadalajara. Neste sábado (25), em Toronto, a decisão do handebol masculino no Pan não queria acabar sem acrescentar uma tensa prorrogação na história do confronto.


Acabou em choro dos brasileiros em quadra. Mas de alegria. E o sofrimento poderia ter acabado antes. A seis segundos do fim dos 60 minutos de jogo aconteceu o auge do drama da noite canadense. O central Diego Hubner teve a bola na mão, em um tiro de sete metros (o pênalti do handebol), para o Brasil recuperar o ouro perdido há quatro anos. Ele tinha acertado os três arremessados durante o duelo. Mas parou no braço esquerdo do goleiro Fernando Garcia.


O jogo foi para a prorrogação (dois tempos de cinco minutos). Muitas faltas. Jogadores ao chão a todo momento. O técnico espanhol Jordi Ribera, do Brasil, expulso. E torcidas inflamadas nas arquibancadas.


Engasgados com os arquirrivais no maior clássico das Américas, enfim os brasileiros venceram por 29 a 27 com uma atuação espetacular do goleiro Maik, que fez defesas de todas as formas –mãos, braços, pernas, pés, em contra-ataques, de perto ou de longe.


Em um duelo tenso desde o início, com defesas agressivas e marcações individuais, os goleiros foram os destaques. No primeiro tempo, o argentino Schultz parou mais da metade dos ataques brasileiros (53%), mas não jogou todo o segundo tempo e acabou com 38% de defesas. Em seu lugar entrou quem levaria o jogo para a prorrogação.


Já Maik ficou o jogo todo em quadra e parou 45% das bolas arremessadas contra ele.
Esse foi o terceiro título de Maik, que ganhou também no Pan do Rio-2007. Na conquista brasileira em Santo Domingo-2003, foi seu irmão mais velho, Marcão, quem defendeu o Brasil. Juntos eles foram prata em Guadalajara-2011. Em todas estas finais os rivais foram os argentinos.


Graças aos goleiros, com um placar baixo para os padrões do handebol, o Brasil começou melhor e se manteve à frente até os últimos dois minutos da primeira etapa (que acabou em 11 a 9), quando a Argentina virou e, depois, conseguiu manter um ou dois gols de diferença sempre.
No segundo tempo, o armador Thiagus Petrus e o central Diogo Hubner comandaram a reação da seleção enquanto Maik fazia defesas inimagináveis no gol brasileiro. A cinco minutos do fim, o jogo estava na mão dos brasileiros, que souberam controlá-lo e recuperar o ouro perdido a quatro anos.


Com o resultado, ambas as seleções estão classificadas para os Jogos Olímpicos do Rio-2016.


Em 2007, a final acabou em briga generalizada entre as duas seleções no Rio e título para o Brasil. Em 2011, terminou em ouro e vaga olímpica para a Argentina em Guadalajara. Neste sábado (25), em Toronto, a decisão do handebol masculino no Pan não queria acabar sem acrescentar uma tensa prorrogação na história do confronto.


Acabou em choro dos brasileiros em quadra. Mas de alegria. E o sofrimento poderia ter acabado antes. A seis segundos do fim dos 60 minutos de jogo aconteceu o auge do drama da noite canadense. O central Diego Hubner teve a bola na mão, em um tiro de sete metros (o pênalti do handebol), para o Brasil recuperar o ouro perdido há quatro anos. Ele tinha acertado os três arremessados durante o duelo. Mas parou no braço esquerdo do goleiro Fernando Garcia.


O jogo foi para a prorrogação (dois tempos de cinco minutos). Muitas faltas. Jogadores ao chão a todo momento. O técnico espanhol Jordi Ribera, do Brasil, expulso. E torcidas inflamadas nas arquibancadas.


Engasgados com os arquirrivais no maior clássico das Américas, enfim os brasileiros venceram por 29 a 27 com uma atuação espetacular do goleiro Maik, que fez defesas de todas as formas –mãos, braços, pernas, pés, em contra-ataques, de perto ou de longe.


Em um duelo tenso desde o início, com defesas agressivas e marcações individuais, os goleiros foram os destaques. No primeiro tempo, o argentino Schultz parou mais da metade dos ataques brasileiros (53%), mas não jogou todo o segundo tempo e acabou com 38% de defesas. Em seu lugar entrou quem levaria o jogo para a prorrogação.


Já Maik ficou o jogo todo em quadra e parou 45% das bolas arremessadas contra ele.
Esse foi o terceiro título de Maik, que ganhou também no Pan do Rio-2007. Na conquista brasileira em Santo Domingo-2003, foi seu irmão mais velho, Marcão, quem defendeu o Brasil. Juntos eles foram prata em Guadalajara-2011. Em todas estas finais os rivais foram os argentinos.


Graças aos goleiros, com um placar baixo para os padrões do handebol, o Brasil começou melhor e se manteve à frente até os últimos dois minutos da primeira etapa (que acabou em 11 a 9), quando a Argentina virou e, depois, conseguiu manter um ou dois gols de diferença sempre.
No segundo tempo, o armador Thiagus Petrus e o central Diogo Hubner comandaram a reação da seleção enquanto Maik fazia defesas inimagináveis no gol brasileiro. A cinco minutos do fim, o jogo estava na mão dos brasileiros, que souberam controlá-lo e recuperar o ouro perdido a quatro anos.


Com o resultado, ambas as seleções estão classificadas para os Jogos Olímpicos do Rio-2016.

Fonte: correio do estado
Data Postagem: 26/07/2015
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