Domingo, 30 de Abril de 2017 | E-mail para contato: contato@nvnoticias.com.br

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou hoje (17) uma recompensa da R$ 50 mil por informações que ajudem a elucidar a chacina ocorrida na Grande São Paulo na noite da última quinta-feira (13), quando 18 pessoas foram assassinadas, em um intervalo de duas horas, nos municípios de Osasco, Barueri e Itapevi. Para receber a recompensa, o denunciante deve repassar as informações pelo sistema do Web Denúncia. A página funciona 24h por dia e garante o anonimato do informante. "A polícia está toda empenhada em esclarecer e prender os criminosos. Quem tiver informações e der uma indicação que leve ao esclarecimento do crime ou à prisão dos criminosos terá a recompensa", disse o governador. A oferta é um avanço, diz o ouvidor das Polícias de São Paulo, Julio Cesar Fernandes Neves: “Para a sociedade civil, isso é uma coisa muito boa. Existe, agora a possibilidade, de elucidar tudo isso daí”. Na opinião de Neves, outra mudança importante da postura do governo estadual é que a possibilidade de o crime ter sido cometido por policiais militares está sendo tratada abertamente. “O próprio governo reconhece a possibilidade de [os culpados] serem policiais militares. Isso é sinal de que está prosperando a esperança para que se acabe com essa sina no estado”, acrescentou.

Área de oito hectares foi loteada sem autorização em zona rural de Bataguassu

Um homem de 48 anos foi multado em R$ 6 mil por construir um loteamento ilegal em Bataguassu, distante 335 quilômetros de Campo Grande.


De acordo com a Polícia Militar Ambiental (PMA), durante fiscalização nas proximidades do Rio Paraná, a equipe percebeu a abertura do loteamento em uma propriedade rural, que abrangia uma área de oito hectares. Algumas pessoas que adquiriram os lotes já haviam construído residência no local.


As atividades no local foram interditadas e o proprietário deve responder por crime ambiental de construir atividade potencialmente poluidora sem autorização. A pena, em caso de condenação, varia de três a seis meses de detenção.


Como o loteamento não está em área de preservação permanente, o proprietário foi orientado a apresentar um projeto junto ao órgão ambiental para a possível legalização da atividade.  

Fonte: correio do estado
Data Postagem: 18/08/2015
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