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Defesa de banqueiro pede ao STF que não prorrogue prisão temporária

Responsável pela defesa do banqueiro André Esteves, preso pela Polícia Federal na Operação Lava Jato, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro disse ter pedido neste domingo (29) ao Supremo Tribunal Federal que não prorrogue a prisão temporária do cliente, que irá expirar à meia-noite.

Esteves foi preso no último dia 25 pela Polícia Federal na Operação Lava Jato, assim como o senador Delcídio do Amaral (PT-MS), o chefe de gabinete do parlamentar, Diogo Ferreira, e o advogado Edson Ribeiro. Eles são suspeitos de terem tentado convencer o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró a não fechar acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal com pagamentos mensais deR$ 50 mil à família dele.

O G1 procurou a assessoria da Procuradoria Geral da República para saber se o órgão pedirá ao Supremo a prorrogação da prisão temporária de Esteves, e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.


Assim como no caso de Esteves, o prazo da prisão temporária de Diogo Ferreira, assessor de Delcídio do Amaral, vai vencer à meia-noite deste domingo. Para eles continuarem presos, a PGR deve pedir e o STF aceitar a prorrogação das prisões temporárias (que têm prazo de cinco dias) ou a transformação delas em prisão preventiva (quando não há prazo).

Sócio do banco BTG Pactual, Esteves está detido em um presídio na cidade do Rio de Janeiro e Diogo Ferreira, na Superintendência da Polícia Federal em Brasília – mesmo local onde está Delcídio do Amaral.

Fonte: correio do estado
Data Postagem: 30/11/2015
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